sexta-feira, 24 de abril de 2009

Escultor Frank Plant


Visitem o Blog do escultor americano Frank Plant. Têm trabalhos muito legais!
http://www.hierroglyphic.blogspot.com/

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Vejam a Exposição e assistam o vídeo: Rumos Artes Visuais 2008/2009 : O que é arte contemporânea?

http://www.itaucultural.org.br/index.cfm?cd_pagina=2787&id=001201&titulo=&auto=1

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Filme: O Equilibrista

Revista BRAVO! | Abril/2009
Crítica - Um Crime Artístico
O Equilibrista, ganhador do Oscar de melhor documentário, conta a história de uma manhã inesquecível nas Torres Gêmeas

Por André Nigri

Na manhã do dia 7 de agosto de 1974, algumas pessoas olharam para o alto das duas torres do World Trade Center, localizadas no sul da ilha de Manhattan, em Nova York. Não era, em um primeiro momento, fácil identificar o que se passava a mais de 400 metros de altura. Havia um fio e uma espécie de vara sobre ele. Com as nuvens se dissipando e o sol do verão se abrindo, os nova-iorquinos pareciam não acreditar no que viam. Mas eles se maravilharam, assim como o mundo inteiro, quando as imagens foram divulgadas pela televisão. Lá em cima, um jovem francês chamado Philippe Petit caminhava sobre um cabo de ferro suspenso entre as duas torres. Andou por cerca de uma hora. Há momentos em que ele se senta, outros em que se deita sobre o arame. Numa atitude de irreverência, ele acena para os policiais, que subiram para persuadi-lo a dar o fora dali. Àquela altura, no entanto, o espetáculo estava feito, e Petit já ganhara os corações dos milhares de cidadãos de Nova York — que sorriam, entre incrédulos e encantados, com o que logo depois seria considerado o maior "crime artístico" do século 20.

Essa magnífica história é contada no documentário O Equilibrista, de James Marsh, vencedor do Oscar deste ano. Marsh mostra, 34 anos depois, os personagens envolvidos na loucura de Petit. Não só o equilibrista, que simbolizava nos anos 70 a rebeldia jovem da década, mas também seus companheiros. Ele reconstitui minuciosamente como a turma planejou e conseguiu burlar a vigilância do WTC. Petit já colecionava outros feitos. Entre eles, atravessar a catedral de Notre-Dame (entre as duas torres da igreja), em Paris, e a famosa ponte de Harbour (entre suas duas estruturas metálicas), em Sydney, na Austrália — nos dois casos caminhando sobre o arame.

Produzido para a BBC e Discovery, O Equilibrista segue a linha de documentários que não se furtam a recorrer a reconstituições fictícias para completar a história. Se bem usado, como no caso do filme de Marsh, o recurso enriquece a produção por se aproximar da verdade sobre a história. Usando atores nas cenas, o filme reconstitui, por exemplo, o momento em que Petit e um colega se escondem de um guarda sob uma lona no último andar do WTC.

O Equilibrista concorreu ao Oscar com outros quatro documentários. Dois deles abordavam temas caros aos EUA: o furacão que devastou Nova Orleans (As Águas de Katrina) e a Guerra do Vietnã (The Betrayal). É o caso de perguntar por que os feitos de um francês tiveram maior apelo para a Academia. Além da inegável qualidade do filme, é inevitável lembrar que, 34 anos depois, numa manhã igualmente ensolarada do dia 11 de setembro, as torres que serviram para o maior "crime artístico" do século 20 foram o alvo do mais brutal atentado contra a vida humana nos últimos tempos.

O Filme
O Equilibrista, de James Marsh. Estreia prevista este mês.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Peter Greenaway tenta elucidar mistérios da vida de Rembrandt

Peter Greenaway tenta elucidar mistérios da vida de Rembrandt

Publicada em 06/09/2007 às 16h56m
Reuters/Brasil Online

VENEZA - O diretor britânico Peter Greenaway, em seu filme mais recente, tenta elucidar os elementos desconhecidos que cercam Rembrandt e um de seus quadros mais famosos, sugerindo que o fato de o artista ter acabado a vida na penúria pode ter sido fruto da ação de inimigos. "Nightwatching" é uma história sobre como foi encomendado o quadro de Rembrandt da Milícia dos Mosqueteiros de Amsterdã, conhecido como "Ronda Noturna", e explora os segredos que o artista pode ter revelado na obra-prima. A pintura vem deixando historiadores da arte perplexos há séculos, e Greenaway disse que sua teoria é tão válida quanto qualquer outra.

"É claro que já foram propostas inúmeras teorias, mas, com este filme, gostaríamos de aventar outra", disse Greenaway a repórteres em Veneza, onde o filme integra a competição principal do Festival de Cinema da cidade.

"A história não existe - existem historiadores, apenas. Não posso provar cada fato, mas vocês tampouco os poderão desmentir."

Ele disse que existem pelo menos 51 "mistérios" no quadro, incluindo a garota ou o anão em meio à multidão de homens, o significado de um mosquete sendo disparado, se duas das figuras masculinas principais estavam tendo um caso e se um homem no fundo do quadro, com um olho visível, seria um auto-retrato do artista. No filme, Rembrandt aceita com relutância a encomenda de pintar os pomposos mosqueteiros, mas, ao mesmo tempo em que zomba de seus ares imponentes, insere acusações de assassinato na obra. O filme lança a hipótese de que o equivalente à "turma das boates" da Amsterdã do século 17 tenha procurado arruinar Rembrandt como vingança, sujando sua reputação e tentando cegá-lo.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Arte Contemporânea - Referências

Arte Contemporânea
AMARAL, Aracy. Textos do Trópico de Capricórnio. Vol. 3: bienais e artistas contemporâneos no Brasil. São Paulo: Editora 34, 2006.
ARCHER, Michael. Arte Contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
CAIAFA, Janice. Nosso Século XXI: notas sobre arte, técnica e poderes. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000.
CHIARELLI, Tadeu. Arte Internacional Brasileira. São Paulo, 1999.
CRIMP, Douglas. Sobre as Ruínas do Museu. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
CONDURU, Roberto. Arte Afro-Brasileira. São Paulo: C/Arte, 2007.
FARIAS, Agnaldo; ANJOS, Moacir dos. Geração da virada, 10 + 1: os anos recentes da arte brasileira. São Paulo: Instituto Tomie Ohtake, 2007.
GULLAR, Ferreira. Etapas da Arte Contemporânea. São Paulo: Nobel, 1995.
HONNEF, Klaus. Arte Contemporânea. Colonia: Taschen, 1992.
JEUDY, Henri-Pierre. O Corpo Como Objeto de Arte. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
OBRIST, Hans Ulrich. Arte Agora! São Paulo: Alameda, 2006.
RAMOS, Alexandre Dias. Mídia e Arte: aberturas contemporâneas. Porto Alegre: Zouk, 2006.
SHUSTERMAN, Richard. Vivendo a Arte: o pensamento pragmatista e a estética popular. São Paulo: Ed. 34, 1998.

Celso Vitelli, "Autorretrato em vermelho", 2011.

Celso Vitelli, "Autorretrato em vermelho", 2011.

Celso Vitelli, "Casamentos Pélvicos", 1994, veludo s/papel corrugado

Celso Vitelli, "Casamentos Pélvicos", 1994, veludo s/papel corrugado

Celso Vitelli, "Casamentos Pélvicos", 1994, detalhe

Celso Vitelli, "Casamentos Pélvicos", 1994, detalhe

Celso Vitelli, "Anástrofe", 1994.

Celso Vitelli, "Anástrofe", 1994.

Celso Vitelli, "Expectatu", veludo s/papel corrugado, 1994

Celso Vitelli, "Expectatu", veludo s/papel corrugado, 1994
Foto de Elaine Tedesco

Celso Vitelli, "Bixo", 1993, tecido s/papel corrugado

Celso Vitelli, "Bixo", 1993, tecido s/papel corrugado

Celso Vitelli, "Silêncio", 1992

Celso Vitelli, "Silêncio", 1992

Celso Vitelli, "Siga Nesta", 1997.

Celso Vitelli, "Siga Nesta", 1997.

Celso Vitelli, "Fêmurs e Fíbulas" ,1998

Celso Vitelli, "Fêmurs e Fíbulas" ,1998

Celso Vitelli, "Criação de adão com bolinhas de sabão" (detalhe), tecido e guache s/papel corrugado

Celso Vitelli, "Criação de adão com bolinhas de sabão" (detalhe), tecido e guache s/papel corrugado
1993

Celso Vitelli, "O Golpe", 1993, tecido s/papel corrugado.

Celso Vitelli, "O Golpe", 1993, tecido s/papel corrugado.

Celso Vitelli, "Traição", 1993, tecido s/papel corrugado.

Celso Vitelli, "Traição", 1993, tecido s/papel corrugado.